
"O casamento é aquele ambiente idealizado em nossa infância onde somos amados sem reservas e tudo funciona por conta própria, e, se não funcionar, é culpa do outro". Kitty LaPerrière
Cada um tem suas próprias experiências que moldaram seu jeito de ser e de agir. Cada um tem sua criação e seu modo de pensar. Quando decidimos viver juntos nos comprometemos em viver uma história comum, idealizamos o outro e criamos expectativas.
Às vezes esquecemos que existem diferenças entre as pessoas, e justamente essas diferenças é que provocaram o encantamento, o querer estar juntos.
Talvez o grande problema da relação entre marido e mulher é o querer da palavra final, de ser o dono da verdade. Como se fosse uma competição.
Muitas vezes ficam mágoas, sendo difícil acreditar que no calor de uma discussão as palavras ditas pelo outro somente expressam a raiva e a mágoa no momento, e não necessariamente o que ele pensa a seu respeito.
O grande desafio é manter o respeito, reconhecer que também erramos e nem sempre temos razão. Entender que as pessoas quando estão nervosas ou preocupadas com outra coisa, acabam por descontar o estresse em você. Reparem, caros leitores apaixonados, que seu parceiro nunca desconta o seu dia de fúria no cachorro da vizinha, na manicure ou no colega de futebol. Esqueça! Será você que irá ouvir o que não quer. O ser humano tem mania de achar que àquele que ama vai entender sua ira, e que seu ouvido é pinico. Quem ama entende o outro.... O colega de futebol pode te mandar tomar no cú, o cachorro te morder e a manicure arrancar seus dedos. Melhor descontar no amado (a).
Vida de casados é boa, linda, gostosa, mas também tem seus dias nublados. O que sempre trago comigo é que mesmo diante de uma briga eu nunca esqueço que estou diante de quem eu amo e que minhas palavras não podem destruir o outro.
Em off :só para mulheres: se seu homem foi criado por uma mãe que fazia TUDO para ele (além de ser o caçulinha), esqueça que você vai conseguir domesticá-lo ao tentar fazer com que ele te ajude nas tarefas diárias de uma casa. Ou você se vira e faz TUDO sózinha ou trava uma guerra diária com o pobre para desenhar que você não é empregada e muito menos a mãe dele.
A primeira opção é mais fácil.